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Grupo Chibatão reforça ações para enfrentar desafios da seca na Amazônia

MANAUS – Consolidando sua série de ações em andamento, o Grupo Chibatão promoveu hoje, em Brasília, uma reunião estratégica para reforçar as iniciativas em curso de enfrentamento aos desafios previstos pela seca na região amazônica este ano. O encontro teve como objetivo central discutir e apresentar soluções preventivas para mitigar os impactos econômicos, ambientais e sociais da seca na região.
Coordenada pelo Grupo Chibatão, uma das principais empresas de logística da Amazônia, a iniciativa contou com a participação ativa de representantes do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), da Marinha do Brasil, da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), Centro das Industrias do Amazonas (Cieam) e da Praticagem do Amazonas. Juntos, esses diversos atores buscaram identificar estratégias eficazes para enfrentar os desafios logísticos apresentados pela seca.
O destaque da reunião foi a entrega de um estudo de sondagem / batimetria ao diretor de Infraestrutura Aquaviária do DNIT, Erick Moura. Esse estudo, elaborado em colaboração com especialistas e profissionais do setor, visa embasar a implementação de medidas preventivas nas áreas críticas do Tabocal, Enseada do Madeira e Faroletes, que foram severamente afetadas pela seca histórica do ano anterior.
Em um cenário em que se estima uma possível queda de até 90 mil contêineres na chegada a Manaus este ano, os participantes enfatizaram a importância de ações proativas para evitar uma crise logística e econômica ainda mais severa. Jhony Fidelis, diretor do Grupo Chibatão, expressou o compromisso da empresa em contribuir para evitar problemas futuros: “É fundamental que tomemos medidas preventivas para garantir a logística eficiente no Amazonas. A seca é uma realidade recorrente e, se não agirmos com antecedência, os prejuízos podem ser ainda mais significativos.”
Durante a reunião, Erick Moura detalhou o processo de licitação em andamento para a contratação de uma empresa com contrato de cinco anos para dragagem fixa no Amazonas. Essa medida, juntamente com outras ações preventivas discutidas, visa garantir a navegabilidade dos rios afetados pela seca e minimizar os impactos negativos sobre o transporte de mercadorias e o abastecimento da região.
A presença do deputado federal Saullo Vianna na reunião demonstra o comprometimento do poder legislativo em apoiar iniciativas que visem mitigar os impactos da seca na região e promover o desenvolvimento sustentável.Os participantes discutiram os pontos críticos identificados, que atualmente apresentam uma média de 18 e 19 metros, cerca de 2 metros abaixo do ano passado. 
Embora os dados fornecidos reflitam a gravidade da seca passada, eles servem como alerta para os desafios iminentes que a região enfrenta. Mais de 70 mil contêineres deixaram de chegar com insumos essenciais durante a seca de 2023, afetando diretamente mais de 630 mil pessoas em 59 municípios.
Além do diretor do DNIT, participaram da reunião representantes da Praticagem do Amazonas, ANTAQ e outros setores relacionados, reforçando a abordagem colaborativa e multidisciplinar da ação.Essa iniciativa conjunta entre órgãos governamentais e o setor privado destaca a importância da cooperação para encontrar soluções eficazes para os desafios enfrentados pela região amazônica. 
Ao unir esforços, as partes envolvidas demonstram um compromisso comum em enfrentar os impactos da seca e garantir o desenvolvimento sustentável da região.

***Com informações de assessoria

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