
Fux vota pela inconsistência do STF e pede anulação do processo da trama golpista
O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), reconheceu nesta quarta-feira (10) o cerceamento de defesa alegado pelos advogados dos réus da ação penal

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), reconheceu nesta quarta-feira (10) o cerceamento de defesa alegado pelos advogados dos réus da ação penal

Jair Bolsonaro (PL) se tornou réu, ao lado de sete aliados, por uma tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2026. O acolhimento das denúncias contra ele pelo STF (Supremo Tribunal Federal) altera a condição jurídica do político, mas também sua estatura e poder de influência nas eleições de 2026, tanto para aliados quanto para adversários na corrida.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), se esforçou durante o voto para afastar a tese de vilão, ou “xerife”, colocada pelos bolsonaristas durante o julgamento que tornou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) réu no inquérito do golpe de Estado.

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) chegou, de surpresa, ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira (25), momentos antes do início do julgamento da denúncia do plano de golpe.

Era uma vez um país onde o direito se equilibrava entre princípios constitucionais e coerência lógica. Acreditava-se, ingenuamente, que a regra do jogo era clara: crimes deveriam ser julgados por juízes conforme previsto no ordenamento, a censura era um fantasma do passado e ninguém seria preso sem uma culpa individualmente demonstrada.

O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), marcou para 25 de março, às 9h30, o julgamento da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, o general Braga Netto e mais seis investigados pela trama golpista.

POLÍCIA – A 2.ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Manaus iniciou na manhã desta quarta-feira (27/10) a sessão de julgamento em plenário

Texto: Divulgação/Agência Brasil | Foto: Gonzalo Fuentes/Reuters | Quatorze réus começam a ser julgados hoje (8) no tribunal de Paris, na Ile de la Cite, pelos