A República envenenada
A República está doente. E aquela que deveria curá-la defendendo a Constituição, a Suprema Corte, parece ser o principal agente a contribuir para esse resultado. Quando ministros neutralizam decisões de outros ministros, relatorias entram em choque, competências são construídas a partir da urgência do caso e o Plenário é invocado ao mesmo tempo em que se decide antes dele, surge uma pergunta inevitável: até que ponto ainda funciona adequadamente a República constitucional desenhada em 1988?
